DADOS ECONÔMICOS


O grande potencial da cidade é o Eucalipto. Madeira de qualidade, possibilita a implantação de uma indústria moveleira, de embalangens que usem essa matéria-prima como insumo, de celulose ou até extratora do vegetal.

O município tem aproximadamente 30% de sua área coberta por plantações desta madeira.

A empresa carro-chefe no município é a CAF Santa Bárbara Ltda., que é uma subsidiária da Belgo-Mineira. A CAF extrai o Eucalipto, para fomentar os fornos da Siderúrgica e destinar parte de sua produção às serrarias da própria empresa, que trabalha essa madeira para indústria moveleira. A empresa também faz um grande trabalho de reflorestamento, procurando sempre manter a natureza com seu equilíbrio ecológico. Segundo o gerente da empresa na época, o Sr. José Newton M. Fagundes, a empresa detém área e tecnologia para expansão da produção do carvão e em breve implementará investimentos de 100% de toda a área cultivada a mais de 20 anos. A CAF comercializa para terceiros uma boa quantidade de madeira para construção civil, como caibros, linhas e terças, todas de Eucalipto.

A Prefeitura dispõe de um terreno, com infra-estrutura adequada, destinado ao Pólo Industrial com área de 21.000 m2 para a instauração de indústrias interessadas em produzir no município.

O solo/clima é adequado para vários tipos de plantações como: Café, Abacaxi, Banana, Manga, Maracujá, Cítricos, Cana-de-Açúcar, Soja, Feijão, Milho, formações de pastagens, tendo ainda potencial para instalação de agroindústrias.

A EMATER-MG no município dá total apoio logístico no setor agropecuário, com tecnologia informatizada e programas adequados para diversas atividades, com o objetivo de aumentar a produtividade do empreendimento e elevando a renda do produtor rural. Também estão equipados para fornecerem receituários agronômicos com a finalidade de manter o equilíbrio entre a aplicação de produtos químicos e a qualidade dos produtos cultivados no município.

Um grande trabalho social é desenvolvido pelo Grupo Cultural Semente do Vale, o qual capta jovens e adolescentes para realizarem trabalhos em Sisal, Argila, Pintura e Bambú; objetivando a geração de emprego e renda. Saiba mais sobre o Semente do Vale na Página da Cultura.

A Bioenergética (http://www.elogica.com.br/libertas/analise.htm ou http://orbita.starmedia/~fimes/ workshop.htm) que é uma técnica de diagnóstico para vários problemas, desponta na cidade como uma alternativa econômica, pois são realizados por voluntários especializados no assunto e que não cobram nada pelo atendimento. Hoje em dia, qualquer exame clínico é extremamente caro para o bolso da população carente. Esse trabalho tem sido bastante procurado, não só pela inexistência de gasto, mas também pelo resultado positivo de vários tipos de tratamentos, que são realizados através de plantas medicinais.

A arrecadação com ICMS, segundo dados da Secretaria Estadual de Fazenda, datados de 21/06/99, foi de R$ 124.256,00 durante o mês de maio/99.

A crise econômica brasileira acerta em cheio a população carbonitense. Segundo informações de 18/05/98 da Fundação João Pinheiro, o PIB de 1996 foi de R$ 7.028.420,51, ocasionando um PIB per capta de R$ 773,71. Diante destes dados, a taxa de crescimento do PIB fica negativa em 10,20%, traduzindo portanto o quanto a crise econômica nacional tem impacto sobre o município. Em 1998, novos dados colhidos junto ao Escritório da EMATER/MG em Carbonita elevaram o PIB municipal para R$ 8.421.280,00, aumentando a renda per capta para R$ 801,50.

Maiores informações sobre índices de representatividade da economia de Carbonita em relação a Minas Gerais poderão ser encontrados no site www.cidades.mg.gov.br/cidades/owa/sel_munic.htm, onde deverá ser selecionado o município de Carbonita, ou na página da Fundação Abrinq (Cidade Carbonita/indicadores sociais) .

Apesar dos dados relatados acima, a economia das contas municipais caminha de modo exemplar. Apesar de ter encontrado a Prefeitura Municipal, em Janeiro de 1997, início do mandato, repleta de dívidas; com água, luz e energia elétrica cortadas por falta de pagamentos e apenas R$ 26,00 (Vinte e seis Reais) em caixa, a atual administração não desanimou, conseguiu durante o ano de 1997 sanear as dívidas existentes e ainda realizar algumas obras. Em 1998, a Administração Vida Nova efetuou várias obras e já não mais contava com as dívidas adquiridas pela administração passada. Um ponto importante, além do saneamento das contas públicas, investimentos em vários setores da comunidade, foi o pagamento, em dia, do 13º salário do funcionalismo municipal.

Por tudo isso, a Administração Vida Nova, através de seu Prefeito Marcos Joseraldo Lemos (PT), tem orgulho de ter em mãos uma Prefeitura digna de exemplo a nível de Brasil: nenhuma dívida, pagamento do funcionalismo sem atrasos, 13º pago integralmente sempre antes do natal, folha de pagamento não ultrapassando os 60% da arrecadação e, apesar de parecer muito para a realidade das Prefeituras no Brasil, vários investimentos em setores voltados para a população.